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	<title>Re-Formar &#187; ferramentas</title>
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	<description>Blogando acerca de &#34;e&#34;, &#34;b&#34;, &#34;m&#34; ou outra forma de &#34;learning&#34;</description>
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		<title>Presença digital</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 22:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[googlebuzz]]></category>
		<category><![CDATA[ple]]></category>
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		<description><![CDATA[A organização de um espaço pessoal de aprendizagem é um objecto de estudo que muito me agrada. Nos últimos dias tenho vindo a repensar o que fazer da minha “presença social”: o que fazer e como fazer… Decidi colocar uma questão/reflexão em três espaços, mas de forma diferenciada: No Facebook e no GoogleBuzz coloquei uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>A organização de um <a href="http://www.pgsimoes.net/blog/2010/02/ple-ambientes-pessoais-de-aprendizagem/" target="_blank">espaço pessoal de aprendizagem</a> é um objecto de  estudo que muito me agrada.</p>
<p>Nos últimos dias tenho vindo a repensar o que fazer da minha  “presença social”: o que fazer e como fazer…</p>
<p>Decidi colocar uma questão/reflexão em três espaços, mas de forma  diferenciada:</p>
<p>No Facebook e no GoogleBuzz coloquei uma mensagem em português, dado  que a grande dos seguidores/amigos são falantes de língua portuguesa:</p>
<blockquote><p><em>…a pensar em como  usar/potenciar a minha presença  nas várias redes sociais: Twitter para a  componente profissional e de  investigação, Buzz para comunicação e  Facebook porque sim…<br />
Opiniões são bem vindas… <img src="../wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /><span id="more-26"></span> </em></p></blockquote>
<p>No Twitter decidi colocar a questão em inglês, tendo em conta que sou  “seguido” por um grande número de falantes de língua inglesa e porque a  grande maioria das minhas interacções são em inglês:</p>
<blockquote><p><em>Thinking how I can use all my socialnetworking  tools…Twitter for Professional PLN, GoogleBuzz for  communication/discussion &amp; Facebook for fun</em></p></blockquote>
<p>As respostas foram extremamente interessantes e ajudaram-me a  reflectir sobre a minha presença digital:</p>
<p><a id="aptureLink_XWPhy68cHZ" href="http://twitter.com/leonelm">Leonel  Morgado</a> no GoogleBuzz – <em>Twitter para  chegar a um público, FB a  reproduzir twitter para chegar a outro. Buzz  para clicar em “share” no  Google Reader e ignorar por ser 90%  disfuncional… O tempo é a única  variável problemática… Quando quero fazer um post menos  institucional,  acabo por usar o Facebook. Por exemplo, quando passo  músicas na <a href="http://blip.fm/">blip.fm</a>, só as  envio para o Facebook, não  para o Twitter. Trata-se de uma adaptação ao  meio: o Facebook está  cheio desse tipo de coisas menos sérias e o (meu)  público não as leva a  mal; já no Twitter levaria. No LinkedIn meto apenas replicação do  Twitter, também. Quanto ao Buzz, é mesmo horrível em termos de  funcionalidades, só  tem uma vantagem: as pessoas vêm a indicação de  mensagens novas no Buzz  quando vão ao GMail, e é mais uma oportunidade  para nos contactarem. Mas  para isso, replicar o Twitter também serve.<br />
Logo, o que faço é Twitter como base e depois “extras” noutros  locais,  conforme o público.</em></p>
<p><a id="aptureLink_n0ueF9WBvS" href="http://twitter.com/fqprof">António  Teixeira</a> no GoogleBuzz -<em> Facebook para interacções sociais   informais, jogos, causas, etc. (repara que os miúdos estão a abandonar o   Myspace e a adoptar o FB…); O Twitter para uma espécie de RSS,  notificações de instituições,  breves em tempo real, dicas de páginas  net interessantes. (muitas vezes  evito ir ao Twitter porque já sei que  vou ficar com o browser carregado  de separadores com coisas  interessantes…) O Buzz pode fazer o papel de irmão mais “sério”: uma  rede usada em  âmbito mais fechado e institucional, fazendo as vezes de  forum e de  newsletter.</em></p>
<p><a id="aptureLink_tsa23gsbWl" href="http://twitter.com/josemota">José  Mota</a> no GoogleBuzz -<em> Eu confesso que tenho adoptado a   abordagem mais pragmática (e preguiçosa), que é reproduzir do Twitter   para o Facebook e o Buzz e do “share” no “Google Reader” para o Buzz, um   pouco na linha do que diz o Leonel. Mas concordo contigo e com o   António Teixeira, que os públicos e as características são diferenciados   e por isso faz mais sentido ter uma estratégia separada. A tua ideia  de  FB em PT e Twitter em Ing parece-me boa, mas a verdade é que também   tenho amigos no FB (e tu também, certamente, que tens muito mais do que   eu) que não entendem Português, pelo que isso não implica, de certo   modo, desistir um pouco dessas conexões? A estratégia do António  Teixeira diria que é perfeita mas, como diz o Leonel, o  tempo é aqui a  variável problemática. Ou talvez seja mesmo uma questão  de ter um plano  claro e segui-lo organizadamente.</em></p>
<p><a id="aptureLink_oE1Pqh6lGv" href="http://twitter.com/hugodom">Hugo  Domingos</a> no GoogleBuzz e no Facebook – <em>Utilizo o Twitter como  rede e partilha  de conteúdos mais relacionados com a minha actividade  profissional e  fui deixando o Facebook só para os amigos.  A questão é  que no facebook as discussões ganham mais relevo e  dinâmica q no  twitter e por isso decidi abrir o meu Facebook a colegas  de profissão.   Contudo evito replicar os post do twitter no facebook, julgo ser   demasiado overload. Não sei.  O Twitter é excelente para micro-blogging  (acesso e partilha de  info). O facebook é mais rede social porque  permite discussões mais  aprofundadas. Esta será a minha estratégia a  utilizar a partir de agora.   Mais uma acha para a fogueira: Se o  Facebook permite discussões,  porque utilizar o Buzz? É verdade que  permite discussões como esta, mas o  facebook também. Sinceramente acho  que o buzz é fraquinho, prefiro  apostar no Wave para discussões mais  privadas. Mas ninguém ainda o usa  com regularidade. Por fim, e o  LinkedIn para que serve afinal? Vale a pena apostar  nele?</em></p>
<p><a id="aptureLink_uRNhqwLuRp" href="http://twitter.com/profteresa">Teresa  Pombo</a> no Facebook -<em> Mas tu já existes e de uma forma muito  concreta; essa forma é o trabalho  que fazes na partilha e formação  formal e informal; daí todos os  últimos convites e trabalhos!  Preocupas-te demais em colocar etiquetas.  Qualquer uma das três  ferramentas serve os propósitos que referiste e  alcançam ambos os  domínios (pessoal e profissional, sendo que o teu  “pessoal” nas redes  não é nada preponderante; guarda-lo para a vida real  e fazes muito  bem). Não sei se poderás separar as águas assim.</em></p>
<p><a id="aptureLink_OEM8Hr58pL" href="http://www.facebook.com/luciferreira">Luciana Ferreira</a> no  Facebook – <em>Gosto do que partilhas. Estou sempre atenta ao que  escreves e dás sempre  excelentes dicas! É fantástica a vontade que  demonstras pela partilha  de conhecimento. Na medida do possível tento  fazer o mesmo mas sei que  sou mais passiva do que aquilo que gostaria.  Pessoalmente penso que sinto onde queres  chegar quando pensas em  dividir um pouco as coisas. Sinto isso em  relação ao meu blogue.  Comecei por fazer algo mais formal e nem sempre  me identifico com esse  registo, daí ele ser pouco actualizado quando  comparado com o meu  perfil no facebook ou twitter. De certo a  ideia não é ter duas vidas  virtuais, mas ter um espaço mais formal e que  concentre um determinado  tipo de conteúdos e outro mais informal com  espaço para partilhas mais  pessoais ou relacionadas com interesses  próprios. Pelo menos é nisto  que tenho pensado ultimamente</em>.<br />
E no Twitter? Quantas respostas obtive? ZERO… Um redondo ZERO.</p>
<p>Interessante que a ferramenta onde tenho um maior número de  seguidores tenho sido a única onde não obtive qualquer resposta…muito  interessante. Mas isso são contas de outro rosário… <img src="../wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Em resumo, parece que é consensual que se devem usar as diversas  ferramentas tendo em conta a diversificação dos nossos públicos…dos  nossos amigos/seguidores…desde que haja tempo…</p>
<p>Eu direi que, mais que tempo, é necessário organização. É isso que,  apesar de todas as dificuldades e interrogações, contínuo a pensar ser o  segredo do sucesso… <img src="../wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></p>
<p>PS: Fizeram ainda o favor de participar com pequenas intervenções o <a id="aptureLink_XG9mYcwvg6" href="http://twitter.com/lbgouveia">Luís  Borges Gouveia</a>, a <a id="aptureLink_rH07VwVn6B" href="http://twitter.com/rmcsn">Rosalina Nunes</a>, a <a id="aptureLink_BdTyLlWzIa" href="http://twitter.com/anniem11">Ana Pinto  Martinho</a>, o <a id="aptureLink_37ahLEyHaw" href="http://twitter.com/jpmaia_1962">João Maia</a>, o <a id="aptureLink_fZQi4XxB78" href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1681896375">Paulo Amaral</a> e a <a id="aptureLink_89A54hpGNe" href="http://twitter.com/corcastro">Cornélia  Castro</a>.</p>
<p>Muito obrigado a todos pelos vossos contributos.</p>
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		<title>PLE &#8211; Ambientes Pessoais de Aprendizagem</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 21:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para se compreender o conceito de PLE – Personal Learning Environment/Ambiente Pessoal de Aprendizagem é necessário fazer referência a dois conceitos essenciais que constituem a essência e, há volta dos quais, gira a necessidade da criação de um espaço de aprendizagem controlado pelo utilizador: Aprendizagem ao longo da vida e Aprendizagem Informal. Foi em grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Para se compreender o conceito de PLE – Personal Learning Environment/Ambiente Pessoal de Aprendizagem é necessário fazer referência a dois conceitos essenciais que constituem a essência e, há volta dos quais, gira a necessidade da criação de um espaço de aprendizagem controlado pelo utilizador: Aprendizagem ao longo da vida e Aprendizagem Informal. Foi em grande parte devido à dificuldade do indivíduo se organizar na rede que surge a necessidade a designação de PLE.<span id="more-5"></span></p>
<p>Longe de estar organizada, a Internet tornou-se complexa. Os utilizadores saltam de serviço em serviço, criando e descartando novas identidades. Um utilizador típico da web pode ter várias páginas pessoais – o blog pessoal, a sua página de fotos, a conta no Google Reader, documentos partilhados, os vídeos no YouTube, a sua conta no Twitter, os seus perfis nas redes sociais, as suas contas de email ou o seu “login” no LMS da universidade (Downes, 2009).</p>
<p>McCall afirma que devemos considerar os aprendentes não são como sujeitos da aprendizagem, entidades a quem entregamos conteúdo, mas também como fontes da aprendizagem, (como citado em Downes, 2009). Segundo Attwell (2007a) o PLE reconhece que a aprendizagem é um acto contínuo e que procura encontrar ferramentas que a suportem. Reconhece o papel do indivíduo na aprendizagem e toma como garantido que ela acontece em diferentes contextos e situações.</p>
<p>Por outro lado, o PLE serve a aprendizagem informal, na medida em que possibilita o acesso à tecnologia educativa a todos os que pretendam organizar o seu próprio espaço pessoal de aprendizagem.</p>
<blockquote><p>The idea of the PLE purports to include and bring together all learning, including informal learning, workplace learning, learning from the home, learning driven by problem solving and learning motivated by personal interest as well as learning through engagement in formal educational programmes. (Attwell, 2007b)</p></blockquote>
<p>No entanto, um PLE não é só visto de forma conceptual. Outros autores defendem que os PLE são sistemas que ajudam os aprendentes a tomar o controlo e gestão da sua própria aprendizagem através da definição das suas metas próprias metas de aprendizagem, gerindo os conteúdos e os processos e, finalmente, estabelecendo comunicação com outros processos de aprendizagem, (Harmelen, 2007) tendo por suporte quer a sua área de trabalho no seu computador pessoal quer mais do que um serviço da web.</p>
<p>Tendo em conta a diversidade de opiniões, reflexo em grande medida da novidade conceito (LTC – Learning Technologies Center, 2008), também as definições de PLE variam nessa proporção. Algumas sugerem que os princípios dos PLEs podem ser apresentados através de um software, enquanto outras sugerem que um PLE deve ser entendido enquanto conceito e não como uma ferramenta específica.</p>
<p>Sendo um PLE composto por todas as diferentes ferramentas que usamos diariamente para aprender (Attwell, 2007a), a pedagogia que lhe está subjacente possibilita traduzir o PLE num portal aberto por onde os aprendentes podem explorar e criar, tendo em conta os seus interesses pessoais, interagindo com quem quiserem, nomeadamente amigos ou com a comunidade de aprendizagem. Anteriormente, Lubensky (2006) já se tinha referido ao PLE como uma possibilidade que o individuo possui para aceder, agregar, configurar e manipular artefactos digitais durante as suas experiências de aprendizagem.</p>
<p>Por outro lado, do ponto de vista de institucional, por exemplo, aplicado a uma universidade, um PLE designa uma abordagem das tecnologias de comunicação e informação, com influências da Web2.0, aplicada ao ensino que permite aos aprendentes, controlar a sua área de aprendizagem pela personalização dos objectos de aprendizagem que são disponibilizados em repositórios centrais de<br />
informação (Casanova, 2009).</p>
<p>Sendo um termo recente, PLE tem sido, por um lado, confundido com termos já existentes há algum tempo, como por exemplo, LMS (Learning Management Systems), vulgo Sistemas de Gestão da Aprendizagem, como é o caso do MOODLE e, por outro, associado a novos termos que vão surgindo para tentar descrever conceitos muito parecidos.</p>
<p>Se em relação aos LMS é possível estabelecer diferenças evidentes dado que são sistemas que disponibilizam quer ferramentas de comunicação (essencialmente fóruns de discussão e salas de chat) quer conteúdos (Santos, 2009), baseados num porta de entrada institucional e que obrigam o aprendente a aceder por uma única entrada a um curso online, já um PLE é um ambiente cujo foco é<br />
dado ao controlo que os aprendentes têm sobre o que aprendem (Leslie, 2008).</p>
<p>Reconhecendo que se utiliza determinada terminologia em diferentes e ambíguas formas, o termo VLE (Virtual Learning Environment) é normalmente usado para referir os vários tipos de interacções online que têm lugar entre aprendentes e tutores (Clifford, 2009). Mas é no entanto Attwell (2008) que nos dá uma explicação bastante prática da relação entre PLE, PLN (Personal Learning Environment), VLE e e-Portfolios:</p>
<blockquote><p>What distinguishes PLEs from VLEs, e-Portfolios, or from classroom and lecture based learning for that matter, is that it brings together informal and formal learning. It recognizes the primacy of the learner on driving and developing their learning. And – in terms of tools – it provides them the means to organize their own learning.I don’t really mind what we call them. What is critical is that a PLE / PLN helps us in organizing our learning and helps us make the connections with those with whom we want to collaborate and share, whoever, wherever they are. (Attwell, 2008)</p></blockquote>
<p>Como já foi referido a discussão sobre os PLEs é recente. Ainda muito caminho está por explorar, mas já é possível assinalar alguns aspectos consensuais e que nos ajudarão a construir uma visão comum do conceito.</p>
<p>É possível enunciar, segundo Attwell e Costa (2008), uma lista de possíveis funções de um PLE, por exemplo: aceder/procurar informação e conhecimento; agregar combinando informação e conhecimento; manipular, rearranjar e reformatar artefactos tecnológicos; analisar informação para desenvolver conhecimento; reflectir, questionar, desafiar, procurar clarificar, formar e defender opiniões; apresentar ideias, aprender e conhecer de diferentes maneiras e para objectivos diversificados; ligar em rede criando um ambiente colaborativo de aprendizagem.</p>
<p>Anteriormente, Attwell já tinha referido que um PLE pode estimular o desenvolvimento de novas formas de pedagogia, mas que no entanto, isoladamente não representa uma nova forma de ensinar e aprender, podendo, no entanto, melhorar as práticas existentes. Os PLE, por si só não conseguem transformar os sistemas de educação e as respectivas práticas. (Attwell, 2007a)</p>
<p>Por outro lado o sucesso dos PLEs dependem, segundo Lubensky (2006), da:</p>
<p>1. Facilidade com os quais podem ser implementados e usados pelos aprendentes;<br />
2. Interoperabilidade;<br />
3. Confiança que os aprendentes e os administradores institucionais tenham com eles.</p>
<p>Quando integrados numa instituição de ensino/formação, como no caso do National Research Council, dos EUA, os PLE’s são decompostos em quatro grande áreas: agregar, quer dizer, recolher conteúdos de vários indivíduos e de outros de serviços de partilha de conteúdos; misturar, ou seja, organizar conteúdos de diversas fontes em diferentes direcções; reconverter, ou editar, localizar ou de alguma forma modificar ou criar novos conteúdos; e re-enviar ou enviar os conteúdos para os subscritores ou para outros serviços da web, via RSS, sindicação, email, Twitter ou outros serviços (Downes, 2009). As instituições usam-nos para potenciar formação formal e informal, por exemplo, através do uso de blogs, da plataforma Elgg ou de ligações com LMS’s como o Moodle. (Attwell, 2007a). Em Portugal é de destacar o Projecto Sapo Campus da Universidade de Aveiro que contém serviços de base disponibilizados pela instituição e uma plataforma integrada, que serve os indivíduos da comunidade (Santos, 2009) que se prevê que esteja em funcionamento no próximo ano lectivo de 2009/2010.</p>
<p>Em jeito de conclusão podemos afirmar que quer se tome um PLE como um software ou como mera organização pessoal do espaço de aprendizagem, parece consensual que todo o género de aprendizagem, formal, informal ou ao longo da vida, carece de alguma forma lógica organizativa pessoal que de alguma forma estará consubstanciada num PLE. Se a aprendizagem formal se tem constituído como importante veículo de aprendizagem, parece que finalmente se começa a valorizar outras fontes. A aprendizagem informal é valorizada e o PLE consegue juntar conteúdos formais e informais, a partir de casa ou do trabalho (Attwell &amp; Costa, 2008).</p>
<p>Pessoalmente, tendo em conta o explicitado neste trabalho, concordo com Attwell (2007a), ao referir que um PLE não é uma aplicação, mas antes uma nova aproximação ao uso da novas tecnologias na aprendizagem. O argumento para a sua utilização não é técnico mas sim filosófico, ético e pedagógico. Um PLE proporciona ao aprendente um espaço pessoal sob seu controlo que<br />
possibilita o desenvolvimento e partilha das suas opiniões.</p>
<p>Referências<br />
Attwell, G. (2007a). The Personal Learning Environments – the future of eLearning ? elearning Papers , Vol.2 (N.1), 1-8.</p>
<p>Attwell, G. (2007b). Web 2.0, Personal Learning Environments and the Future of Schooling. (U. O. Catalunia, Ed.) Acedido em 6 de Julho de 2009, de Cátedra UNESCO de E-learning: http://unescochair.blogs.uoc.edu/05102007/web-20-personal-learning-environments-and-thefuture-of-schooling/</p>
<p>Attwell, G., &amp; Costa, C. (2008). Integrating personal learning and working environments. Acedido<br />
em 4 de Julho de 2009, de Pontydysgu – Bridge to learning: http://www.pontydysgu.org/2008/11/integrating-personal-learning-and-workingenvironments/</p>
<p>Casanova, D. (2009). Conceptualização de um Personal Academic Environment (PAE). Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 109-120). Braga: Universidade do Minho.</p>
<p>Clifford, L. (2009). Briefing paper 1: MLEs and VLEs explained. (JISC, Ed.) Acedido em 06 de Julho de 2009, JISC: http://www.jisc.ac.uk/whatwedo/programmes/buildmlehefe/lifelonglearning/mlebriefingpack/1.aspx</p>
<p>Downes, S. (2008). Stages of PLN Adoption. Acedido em 6 de Julho de 2009, OLDaily: http://www.downes.ca/post/44061</p>
<p>Downes, S. (2009). New Technology Supporting Informal Learning. Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 15-29). Braga: Universidade do Minho.</p>
<p>Harmelen, M. v. (2006). Personal Learning Environments. Sixth International Conference on Advanced Learning Technologies (ICALT’06). Kerkrade.</p>
<p>Harmelen, M. v. (2007). Personal Learning Environments. Acedido em 06 de Julho de 2009, Personal Learning Environments:</p>
<p>http://octette.cs.man.ac.uk/jitt/index.php/Personal_Learning_Environments</p>
<p>Leslie, S. (2008). Hunting the Wily “PLE”. Acedido em 06 de Julho de 2009, WCET: http://www.wcet.info/2.0/index.php?q=node/1033</p>
<p>LTC – Learning Technologies Center. (2008). PLE. Acedido em 4 de Julho de 2009, PLE – Wiki: http://ltc.umanitoba.ca/wiki/index.php?title=Ple</p>
<p>Lubensky, R. (18 de Dezembro de 2006). The present and future of Personal Learning Environments (PLE). Acedido em 02 de Julho de 2009, Deliberations: http://www.deliberations.com.au/2006/12/present-and-future-of-personal-learning.html</p>
<p>Santos, C. (2009). Sapo Campus – Plataforma Integrada de Serviços Web2.0 para Educação. Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 34-48). Braga: Universidade do Minho.</p>
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