Para se compreender o conceito de PLE – Personal Learning Environment/Ambiente Pessoal de Aprendizagem é necessário fazer referência a dois conceitos essenciais que constituem a essência e, há volta dos quais, gira a necessidade da criação de um espaço de aprendizagem controlado pelo utilizador: Aprendizagem ao longo da vida e Aprendizagem Informal. Foi em grande parte devido à dificuldade do indivíduo se organizar na rede que surge a necessidade a designação de PLE.
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Está a chegar ao fim o primeiro ano do Mestrado Pedagogia do E-Learning na Universidade Aberta que estou a frequentar desde Fevereiro do ano passado.
O final do segundo semestre coincide também com a concepção de alguns trabalhos finais.
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Mais um trabalho de grupo no âmbito do Mestrado Pedagogia do E-Learning. Desta vez sobre avaliação online.
Um trabalho que tem por base o texto de Catherine McLoughlin e Joe Luca “Quality in online delivery: What does it mean for assessment in e-Learning environments?”
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A pedido de alguns amigos disponibilizo o depoimento que fiz para a Universidade Aberta a propósito do Curso de Formação de Formadores Online.
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Mais uma vez e no âmbito do Mestrado Pedagogia do E-Learning da Universidade Aberta aqui fica mais um trabalho de grupo feito por mim, pelo José Carlos Figueiredo, pela Mónica Velosa e pela Sandra Brás denominado “Definindo, avaliando e promovendo o sucesso de um curso em E-Learning” e que resulta da leitura e reumo do texto original “Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective”.
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Um excelente vídeo sobre a utilização do Twitter na educação que foi gravado durante a “140 Characters Conference“.
Conheçam @NMHS_Principal @Web20classroom @ShellTerrell & @tomwhitby, os autores de #edchat, um encontro de “gente da educação” que acontece no Twitter uma vez por semana e que aborda diversas temáticas.
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Este é mais um trabalho no âmbito do Mestrado Pedagogia do E-Learning.
A propósito da “Cooperative Online Learning” de Morten Paulsen eu e o José Carlos Figueiredo lançamos a questão: How can microblog promote cooperative learning communities ?
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No âmbito da frequência do Mestrado Pedagogia do E-Learning fiquei agradavelmente surpreendido quando, no início deste semestre, foi comunicado que a Unidade Curricular de Processos Pedagógicos em E-Learning seria leccionada por uma das grande referências internacionais do ensino online: Morten Flate Paulsen.
Morten Paulsen é o criador da Teoria da Liberdade Cooperativa. Paulsen afirma que a sua teoria concentra-se na “tensão entre independência individual e cooperação colectiva dentro das dimensões de tempo, espaço, ritmo, meio, acesso, conteúdo e contextos de educação a distância. A Teoria da Liberdade Cooperativa defende que a educação online pode promover tanto a liberdade individual como a cooperação dentro do grupo.
Parece-me que vem aí um extraordinário desafio…
Velkommen lærer Morten Paulsen ![]()
A propósito de um trabalho efectuado sobre blogs em contexto educacional aqui vos deixo uma “bela” discussão sobre o assunto. Continue reading »
Tudo começou com a frase: “Os blogs, em educação, não são ferramentas pedagógicas…são ferramentas de comunicação. Entre os depoimentos conta-se um do próprio autor que a pedido da “minha amiga” Teresa Pombo acedeu a participar na conversa.
Desde 2007, em parceria com o Centro de e-learning da TecMinho da Universidade do Minho, a área Metropolitana de Lisboa (AML) tem vindo a promover o projecto E-learning nas autarquias, pioneiro nas autarquias portuguesas, e que visa produzir conhecimento ao nível do e-learning nas autarquias da AML. Este projecto procura desenvolver o chamado e-learning 1.3, que se caracteriza pela interacção social, ambientes virtuais (plataformas de e-learning) e colaborativos, abrangendo processos de aprendizagem formais e informais. Ou seja, mais do que traçar sequências de aprendizagem, no e-learning 1.3 interessa construir colaborativamente as ideias/sentido. Durante o período em referência, destacam-se o desenvolvimento de várias acções de formação, tais como, a formação de e-formadores, plataformas de e-learning, tecnologias web 2.0 e, a realização de um seminário sobre inovação na formação profissional autárquica.
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