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Futurália/Tecminho – Twitter @LL

Agora já posso contar…foi duro, mas o coração aguentou… :)

Quando a Ana Silva Dias (TecMinho), responsável pela organização da Conferência “e-Learning – Onde a Tecnologia Encontra a Aprendizagem”, promovida no âmbito da Futuralia 2010, me convidou para fazer uma apresentação nunca pensei no que aí estaria para vir.

Inicialmente pensada para um auditório de cerca de 120 pessoas, as coisas tomaram uma tamanha proporção que ultrapassaram as expectativas criadas, muito por culpa das redes sociais e do excelente trabalho de bastidores quer da Ana Dias quer da Fátima Correia, tendo-se conseguido juntar no Auditório 1 do Centro de Reuniões da Feira Internacional de Lisboa mais de 300 pessoas.

Devo confessar…apesar de já ter tido várias oportunidades de falar para um número alargado de pessoas, nunca tinha enfrentado olhos nos olhos tanta gente ao mesmo tempo…

Parece que a “coisa” não correu mal…segundo consta… Os parabéns foram muitos, logo a seguir ao final da primeira parte da conferência e depois quando cheguei a casa e tive  a oportunidade de ir lendo as mensagens via redes sociais.

Foi um dia muito intenso mas simultâneamente muito importante para mim: Reencontrei pessoas que já conhecia mas que normalmente só converso “na rede”; conheci pessoalmente a maioria dos meus colegas de mestrado e encontrei pessoas com quem nunca tinha estado presencialmente.

A minha apresentação constituiu para a esmagadora maioria uma surpresa dado que abordou a temática dos PLE, com particular enfase no Twitter e  incorporou o “backchannel” com a tag #edminholx sempre a passar durante a apresentação. Simultaneamente consegui automatizar alguns tweets que foram sendo lançados sempre que havia mudança de “slide”. Tudo graças a uma excelente ferramenta produzida por Timo Elliott.

Sei que foi um risco que corri quando incorporei algumas novidades tecnológicas na apresentação, mas também sabia que se alguma coisa corresse mal não teria nada a perder porque ninguém me conhecia ;)

Agora tenho a certeza que a responsabilidade aumentou…

Gostaria de deixar uma palavra de agradecimento à Ana Silva Dias, a primeira pessoa fora do meu círculo da Força Aérea, que acreditou no meu trabalho, quando me convidou para e-formador da TecMinho e que agora voltou a confiar em mim, convidando-me para um evento com este peso no panorama do e-Learning em Portugal. Tendo em conta os restantes oradores presentes senti-me extraordinariamente honrado.

Para finalizar um enorme OBRIGADO a todos aqueles que manifestaram, das mais variadas formas, total apoio ao trabalho que apresentei…


PLE e o #eadsunday

Aos domingos, no Twitter, acontece um encontro chamado #eadsunday.

Por lá vai-se conversando, em português, sobre temas de educação.

O tema deste último encontro foi proposto por mim, aproveitando o meu “post” aqui no Re-Formar: PLE – Ambientes Pessoais de Aprendizagem.

Durante a conversa fiz uma proposta prontamente aceite pela grande maioria dos intervenientes: que cada qual fizesse o diagrama do seu PLE. Esta semana servirá para levar a cabo a tarefa e no próximo #eadsunday iremos partilhar e voltar a conversar sobre a temática.Para ajudar a construção do desenho proponho que espreitam algumas ligações que por lá foram passando:

Bom trabalho meus amigo(a)s ;)


PLE – Ambientes Pessoais de Aprendizagem

Para se compreender o conceito de PLE – Personal Learning Environment/Ambiente Pessoal de Aprendizagem é necessário fazer referência a dois conceitos essenciais que constituem a essência e, há volta dos quais, gira a necessidade da criação de um espaço de aprendizagem controlado pelo utilizador: Aprendizagem ao longo da vida e Aprendizagem Informal. Foi em grande parte devido à dificuldade do indivíduo se organizar na rede que surge a necessidade a designação de PLE.

Longe de estar organizada, a Internet tornou-se complexa. Os utilizadores saltam de serviço em serviço, criando e descartando novas identidades. Um utilizador típico da web pode ter várias páginas pessoais – o blog pessoal, a sua página de fotos, a conta no Google Reader, documentos partilhados, os vídeos no YouTube, a sua conta no Twitter, os seus perfis nas redes sociais, as suas contas de email ou o seu “login” no LMS da universidade (Downes, 2009).

McCall afirma que devemos considerar os aprendentes não são como sujeitos da aprendizagem, entidades a quem entregamos conteúdo, mas também como fontes da aprendizagem, (como citado em Downes, 2009). Segundo Attwell (2007a) o PLE reconhece que a aprendizagem é um acto contínuo e que procura encontrar ferramentas que a suportem. Reconhece o papel do indivíduo na aprendizagem e toma como garantido que ela acontece em diferentes contextos e situações.

Por outro lado, o PLE serve a aprendizagem informal, na medida em que possibilita o acesso à tecnologia educativa a todos os que pretendam organizar o seu próprio espaço pessoal de aprendizagem.

The idea of the PLE purports to include and bring together all learning, including informal learning, workplace learning, learning from the home, learning driven by problem solving and learning motivated by personal interest as well as learning through engagement in formal educational programmes. (Attwell, 2007b)

No entanto, um PLE não é só visto de forma conceptual. Outros autores defendem que os PLE são sistemas que ajudam os aprendentes a tomar o controlo e gestão da sua própria aprendizagem através da definição das suas metas próprias metas de aprendizagem, gerindo os conteúdos e os processos e, finalmente, estabelecendo comunicação com outros processos de aprendizagem, (Harmelen, 2007) tendo por suporte quer a sua área de trabalho no seu computador pessoal quer mais do que um serviço da web.

Tendo em conta a diversidade de opiniões, reflexo em grande medida da novidade conceito (LTC – Learning Technologies Center, 2008), também as definições de PLE variam nessa proporção. Algumas sugerem que os princípios dos PLEs podem ser apresentados através de um software, enquanto outras sugerem que um PLE deve ser entendido enquanto conceito e não como uma ferramenta específica.

Sendo um PLE composto por todas as diferentes ferramentas que usamos diariamente para aprender (Attwell, 2007a), a pedagogia que lhe está subjacente possibilita traduzir o PLE num portal aberto por onde os aprendentes podem explorar e criar, tendo em conta os seus interesses pessoais, interagindo com quem quiserem, nomeadamente amigos ou com a comunidade de aprendizagem. Anteriormente, Lubensky (2006) já se tinha referido ao PLE como uma possibilidade que o individuo possui para aceder, agregar, configurar e manipular artefactos digitais durante as suas experiências de aprendizagem.

Por outro lado, do ponto de vista de institucional, por exemplo, aplicado a uma universidade, um PLE designa uma abordagem das tecnologias de comunicação e informação, com influências da Web2.0, aplicada ao ensino que permite aos aprendentes, controlar a sua área de aprendizagem pela personalização dos objectos de aprendizagem que são disponibilizados em repositórios centrais de
informação (Casanova, 2009).

Sendo um termo recente, PLE tem sido, por um lado, confundido com termos já existentes há algum tempo, como por exemplo, LMS (Learning Management Systems), vulgo Sistemas de Gestão da Aprendizagem, como é o caso do MOODLE e, por outro, associado a novos termos que vão surgindo para tentar descrever conceitos muito parecidos.

Se em relação aos LMS é possível estabelecer diferenças evidentes dado que são sistemas que disponibilizam quer ferramentas de comunicação (essencialmente fóruns de discussão e salas de chat) quer conteúdos (Santos, 2009), baseados num porta de entrada institucional e que obrigam o aprendente a aceder por uma única entrada a um curso online, já um PLE é um ambiente cujo foco é
dado ao controlo que os aprendentes têm sobre o que aprendem (Leslie, 2008).

Reconhecendo que se utiliza determinada terminologia em diferentes e ambíguas formas, o termo VLE (Virtual Learning Environment) é normalmente usado para referir os vários tipos de interacções online que têm lugar entre aprendentes e tutores (Clifford, 2009). Mas é no entanto Attwell (2008) que nos dá uma explicação bastante prática da relação entre PLE, PLN (Personal Learning Environment), VLE e e-Portfolios:

What distinguishes PLEs from VLEs, e-Portfolios, or from classroom and lecture based learning for that matter, is that it brings together informal and formal learning. It recognizes the primacy of the learner on driving and developing their learning. And – in terms of tools – it provides them the means to organize their own learning.I don’t really mind what we call them. What is critical is that a PLE / PLN helps us in organizing our learning and helps us make the connections with those with whom we want to collaborate and share, whoever, wherever they are. (Attwell, 2008)

Como já foi referido a discussão sobre os PLEs é recente. Ainda muito caminho está por explorar, mas já é possível assinalar alguns aspectos consensuais e que nos ajudarão a construir uma visão comum do conceito.

É possível enunciar, segundo Attwell e Costa (2008), uma lista de possíveis funções de um PLE, por exemplo: aceder/procurar informação e conhecimento; agregar combinando informação e conhecimento; manipular, rearranjar e reformatar artefactos tecnológicos; analisar informação para desenvolver conhecimento; reflectir, questionar, desafiar, procurar clarificar, formar e defender opiniões; apresentar ideias, aprender e conhecer de diferentes maneiras e para objectivos diversificados; ligar em rede criando um ambiente colaborativo de aprendizagem.

Anteriormente, Attwell já tinha referido que um PLE pode estimular o desenvolvimento de novas formas de pedagogia, mas que no entanto, isoladamente não representa uma nova forma de ensinar e aprender, podendo, no entanto, melhorar as práticas existentes. Os PLE, por si só não conseguem transformar os sistemas de educação e as respectivas práticas. (Attwell, 2007a)

Por outro lado o sucesso dos PLEs dependem, segundo Lubensky (2006), da:

  1. Facilidade com os quais podem ser implementados e usados pelos aprendentes;
  2. Interoperabilidade;
  3. Confiança que os aprendentes e os administradores institucionais tenham com eles.

Quando integrados numa instituição de ensino/formação, como no caso do National Research Council, dos EUA, os PLE’s são decompostos em quatro grande áreas: agregar, quer dizer, recolher conteúdos de vários indivíduos e de outros de serviços de partilha de conteúdos; misturar, ou seja, organizar conteúdos de diversas fontes em diferentes direcções; reconverter, ou editar, localizar ou de alguma forma modificar ou criar novos conteúdos; e re-enviar ou enviar os conteúdos para os subscritores ou para outros serviços da web, via RSS, sindicação, email, Twitter ou outros serviços (Downes, 2009). As instituições usam-nos para potenciar formação formal e informal, por exemplo, através do uso de blogs, da plataforma Elgg ou de ligações com LMS’s como o Moodle. (Attwell, 2007a). Em Portugal é de destacar o Projecto Sapo Campus da Universidade de Aveiro que contém serviços de base disponibilizados pela instituição e uma plataforma integrada, que serve os indivíduos da comunidade (Santos, 2009) que se prevê que esteja em funcionamento no próximo ano lectivo de 2009/2010.

Em jeito de conclusão podemos afirmar que quer se tome um PLE como um software ou como mera organização pessoal do espaço de aprendizagem, parece consensual que todo o género de aprendizagem, formal, informal ou ao longo da vida, carece de alguma forma lógica organizativa pessoal que de alguma forma estará consubstanciada num PLE. Se a aprendizagem formal se tem constituído como importante veículo de aprendizagem, parece que finalmente se começa a valorizar outras fontes. A aprendizagem informal é valorizada e o PLE consegue juntar conteúdos formais e informais, a partir de casa ou do trabalho (Attwell & Costa, 2008).

Pessoalmente, tendo em conta o explicitado neste trabalho, concordo com Attwell (2007a), ao referir que um PLE não é uma aplicação, mas antes uma nova aproximação ao uso da novas tecnologias na aprendizagem. O argumento para a sua utilização não é técnico mas sim filosófico, ético e pedagógico. Um PLE proporciona ao aprendente um espaço pessoal sob seu controlo que
possibilita o desenvolvimento e partilha das suas opiniões.

Referências
Attwell, G. (2007a). The Personal Learning Environments – the future of eLearning ? elearning Papers , Vol.2 (N.1), 1-8.

Attwell, G. (2007b). Web 2.0, Personal Learning Environments and the Future of Schooling. (U. O. Catalunia, Ed.) Acedido em 6 de Julho de 2009, de Cátedra UNESCO de E-learning: http://unescochair.blogs.uoc.edu/05102007/web-20-personal-learning-environments-and-thefuture-of-schooling/

Attwell, G., & Costa, C. (2008). Integrating personal learning and working environments. Acedido
em 4 de Julho de 2009, de Pontydysgu – Bridge to learning: http://www.pontydysgu.org/2008/11/integrating-personal-learning-and-workingenvironments/

Casanova, D. (2009). Conceptualização de um Personal Academic Environment (PAE). Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 109-120). Braga: Universidade do Minho.

Clifford, L. (2009). Briefing paper 1: MLEs and VLEs explained. (JISC, Ed.) Acedido em 06 de Julho de 2009, JISC: http://www.jisc.ac.uk/whatwedo/programmes/buildmlehefe/lifelonglearning/mlebriefingpack/1.aspx

Downes, S. (2008). Stages of PLN Adoption. Acedido em 6 de Julho de 2009, OLDaily: http://www.downes.ca/post/44061

Downes, S. (2009). New Technology Supporting Informal Learning. Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 15-29). Braga: Universidade do Minho.

Harmelen, M. v. (2006). Personal Learning Environments. Sixth International Conference on Advanced Learning Technologies (ICALT’06). Kerkrade.

Harmelen, M. v. (2007). Personal Learning Environments. Acedido em 06 de Julho de 2009, Personal Learning Environments:

http://octette.cs.man.ac.uk/jitt/index.php/Personal_Learning_Environments

Leslie, S. (2008). Hunting the Wily “PLE”. Acedido em 06 de Julho de 2009, WCET: http://www.wcet.info/2.0/index.php?q=node/1033

LTC – Learning Technologies Center. (2008). PLE. Acedido em 4 de Julho de 2009, PLE – Wiki: http://ltc.umanitoba.ca/wiki/index.php?title=Ple

Lubensky, R. (18 de Dezembro de 2006). The present and future of Personal Learning Environments (PLE). Acedido em 02 de Julho de 2009, Deliberations: http://www.deliberations.com.au/2006/12/present-and-future-of-personal-learning.html

Santos, C. (2009). Sapo Campus – Plataforma Integrada de Serviços Web2.0 para Educação. Challenges 2009 – VI Conferência Internacional de TIC na Educação (pp. 34-48). Braga: Universidade do Minho.


Trabalho final – Processos Pedagógicos em E-Learning

Está a chegar ao fim o primeiro ano do Mestrado Pedagogia do E-Learning na Universidade Aberta que estou a frequentar desde Fevereiro do ano passado.

O final do segundo semestre coincide também com a concepção de alguns trabalhos finais.

A unidade curricular de Processos Pedagógicos em E-Learning foi leccionada por uma das maiores referências mundiais do ensino online: o Professor Morten Paulsen.

O trabalho trabalho final consistiu em agregar num único espaço todo o meu trabalho produzido.

Espero que gostem de ver o que consegui fazer…


Mendeley Webinar – Em português…

O Mendeley é uma aplicação que permite fazer a gestão online e desktop da sua base de dados de referências bibliográficas.

Gostava de ficar a conhecer melhor esta aplicação? Junte-se a nós…

O Ricardo Vidal (Mendeley’s Community Liasion Team) vai promover um webinar, falado em português, no dia 23 de Fevereiro, a partir das 14h (Hora de Lisboa).

O webinar focará as seguintes temáticas:
1) Sobre produto;
2) Construir uma base de dados;
3) Inserir citações e gerir referências;
4) Características colaborativas do Mendeley;
5) Partilha de experiências.

O número de lugares é limitado por isso deve inscrever-se o quanto antes acedendo a esta ligação preenchendo o formulário.

Não perca este evento se quer saber mais sobre Mendeley…


Avaliação em Ambientes Online

Mais um trabalho de grupo no âmbito do Mestrado Pedagogia do E-Learning. Desta vez sobre avaliação online.

Um trabalho que tem por base o texto de Catherine McLoughlin e Joe Luca “Quality in online delivery: What does it mean for assessment in e-Learning environments?”

Espero que gostem


Novas ferramentas na aprendizagem

Não posso deixar de partilhar esta excelente apresentação criada por Steve Wheeler, professor da Universidade de Plymouth e mais conhecido no Twitter por @timbuckteeth

Sem mais palavras…


Shortyawards

O primeiro post do ano surge na sequência de um concurso que está a decorrer…

Um concurso denominado ShortyAwards. O que é isto ? Nem mais nem menos que um concurso idêntico aos Oscares do cinema. São prémios que pretendem evidenciar quem melhor “twitta”grande sorriso em diversas áreas.

Um prémio é sempre relativo, especialmente em votações como estas. Cada pessoa só pode votar noutro uma vez, mas… as pessoas encontram sempre maneira de dar a volta ao regulamento…triste

Nesta fase do concurso serão votadas todas as pessoas que se entenderem. De entre os cinco mais votados em cada categoria será eleito o vencedor por um “colégio de entendidos”.

Para os que tiverem conta no twitter é fácil…para os que não têm, não vale a pena criar agora porque não serão aceites as votações.

Para finalizar e, provavelmente mais interessante, digo eugrande sorriso, é que este vosso amigo está, neste momento, em segundo lugar na categoria #educationsurprendido

Quem quiser ajudar espreite o meu perfil http://shortyawards.com/pgsimoes e vote…se achar que mereço…

Não esqueçam que é preciso justificar o voto, senão não conta…

Acima de tudo votem nos vossos preferidos nas vossas áreas de interesse e transformem este evento num concurso digno e sério.


Formação de Formadores Online – Uma experiência

A pedido de alguns amigos disponibilizo o depoimento que fiz para a Universidade Aberta a propósito do Curso de Formação de Formadores Online.

Nesta pequena intervenção relato a minha experiência enquanto e-formador e parte da história da implementação do E-Learning na Força Aérea.

Espero que gostem…


Definindo, avaliando e promovendo o sucesso de um curso em E-Learning

Mais uma vez e no âmbito do Mestrado Pedagogia do E-Learning da Universidade Aberta aqui fica mais um trabalho de grupo feito por mim, pelo José Carlos Figueiredo, pela Mónica Velosa e pela Sandra Brás denominado “Definindo, avaliando e promovendo o sucesso de um curso em E-Learning” e que resulta da leitura e reumo do texto original “Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective”.

Espero que gostem ;)